ETA HOFFMANN O HOMEM DE AREIA PDF

At times I felt Stephen King might have borrowed from him, since it reminded me a bit of his oo. Il racconto fantastico ha anche queste caratteristiche di orrore. This construction was built about the maternal presence, more precisely, in a modulation of state dd spirit that ea in maternal sadness. In a first moment, this study presents that literary material, verifying the narrative complexity and the richness of the elements that composes it. In her desolation, she interrupted the pleasant scene of the children with their father, sending them to bed with the threat of the Sandman. Also in the tragic saga of Nathaniel, the automaton appears under the postulate of rationality.

Author:Zulukinos Nat
Country:Zimbabwe
Language:English (Spanish)
Genre:Spiritual
Published (Last):20 August 2006
Pages:457
PDF File Size:4.42 Mb
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ISBN:802-6-28790-220-4
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Ah, meu querido Lothar! Mas vamos aos fatos. Papai fumava, enquanto bebia grandes copos de cerveja. O Homem da Areia esta chegando, posso ouvir seus passos. Era o Homem da Areia. Joga punhados de areia em seus olhos, que tombam ensanguentados, e os apanha, os enfia numa bolsa, e os carrega para a lua para alimentar seus netinhos. O Homem da Areia! Seu relacionamento com papai me preocupava cada vez mais e um medo obtuso me impedia de falar a seu respeito.

Suavemente, bem suavemente, eu abri a porta do quarto de meu pai. Bem perto da porta, um passo retumbante. A boca torta, que se contorce mais ainda ao compor um sorriso, quando se formam duas manchas escarlates nas bochechas. Um som estranho, rangente, que sai por entre os dentes cerrados.

Bastava dizer uma palavra e seus pratos preferidos eram feitos e vinhos raros abertos em sua homenagem. Papai recebeu Coppelius solenemente. Todo tipo de estranhos instrumentos estavam ali pendurados. Quando meu velho pai se inclinou sobre o fogo, me pareceu transformado. Estava parecido com Coppelius! Violento pavor me fez gritar muito alto. Sai de meu esconderijo e tombei sobre o soalho Coppelius me segurou: — Pequena besta!

Pequena besta! Subitamente, me levantou e jogou-me na lareira, as chamas queimando meus cabelos. Deixe os olhos de meu Natanael! Coppelius riu barulhentamente e gritou: — Esta bem! Que ele conserve seus olhos! Que ele soluce durante todo o seu penar por este mundo. Antes estava melhor! Este velho conhece seu oficio! Em suma, fui descoberto e cruelmente maltratado por Coppelius. A ansiedade e o medo me causaram forte febre que me atirou na cama durante semanas. Coppelius nunca mais apareceu.

Um ano se passou. Deixei que me conduzisse ate o quarto. Fica tranquilo e dorme. Perto da meia-noite, estrondo violento, qual arma de fogo, ribombou pela casa.

Em seguida, a porta da rua foi fechada estrepitosamente. Ouviu-se um gemido. Corri para o gabinete de papai. A porta estava aberta, uma fumaceira sufocante me envolveu, a empregada gritou: — Ai! Defronte ao fornilho fumegante. Seu rosto, horrivelmente desfigurado, estava queimando, negro. A noticia do acontecimento se espalhou, chegando aos ouvidos das autoridades, que tentaram intimar Coppelius a depor. Alias, ele nem trocou de nome. Meus cumprimentos a doce, querida Clara.

Escreverei para Clara no que estiver mais calmo. Pois pensava em mim, com certeza, ao sobrescritar com meu nome uma carta para Lothar. Nem podia respirar direito. Tudo se embaralhava a minha volta. O pensamento me trespassou como aguda punhalada. Seu comportamento misterioso, durante a noite, em companhia de seu pai, queria dizer, apenas, que eles praticavam alquimia, secretamente. Teria de ocupar o nosso eu. Sempre sua, meu bem-amado Natanael, etc. Invoca a sua autoridade. Estou feliz, pois saiu da cidade, segundo me disse Spalanzani.

Esse professor tem o corpo curioso. Spalanzani se parece com o retrato. Ela estava de frente para a porta. Assim, pude ver todo o seu rosto angelical. Poderia ter contado tudo isso melhor, e com mais detalhes, pessoalmente. Pois estarei ai dentro de quinze dias. Preciso ver meu querido anjo, minha doce Clara. Minha amizade etc. O que se passa? Tentava procurar, balbuciar, pedinchar palavras. Conte-nos tudo, meu caro! Assim, eles eram noivos, quando Natanael deixou sua casa para estudar em G.

Neste momento, poderia continuar tranquilamente meu relato. Um lago? O que? Um espelho? E era verdade. Com que deslumbramento ela se joga em seus bravos, quando ele retorna a cidade natal, conforme prometera a Lothar em sua ultima carta! E foi tudo como Natanael esperava, pois, desde o momento em que viu. Natanael fechou bruscamente o livro e se trancou no quarto, envergonhado.

Por isso, foram se afastando lentamente, sem reparar nisso. Por fim, pensou compor um poema que falasse do sombrio pressentimento que tinha: Coppelius seria fatal a sua felicidade. Eles pulam fora no mesmo instante e quicam no peito de Natanael como fagulhas sangrentas, queimando tudo em que batem. Coppelius o enganou. Ainda tenho os olhos, veja! A barulheira diminui de intensidade e se perde no abismo negro. Natanael olha para os olhos de Clara, mas e a morte que olha para ele calmamente, com os olhos de Clara.

Enquanto imaginava o poema, Natanael permanecia muito calmo e seguro de si. Mas como a nuvem sombria escurecia cada vez mais, para de tricotar e fica olhando Natanael fixamente: empolgado por seu poema, lagrimas lhe escorriam dos olhos e uma chama interior coloria as suas faces.

Clara, Clara, Clara! Clara o cerrou contra o colo e lhe disse com voz doce, embora grave e lentamente: — Natanael, meu bem-amado Natanael! Joga fora esse poema absurdo, demente, insensato!

Ela percebeu o que iria acontecer. No local do duelo, Natanael e Lothar sacam os sobretudos e permanecem calados, inquietos. Quando iam se jogar um contra o outro, Clara chegou correndo pela passagem do jardim.

Matem-me agora, antes de se baterem em duelo! Lothar deixa cair a arma, abaixando os olhos sem dizer nada, enquanto todo o amor que Natanael sempre sentiu pela encantadora Clara, durante os mais belos dias de sua juventude, ressuscita envolto por dilacerante melancolia.

Lothar emocionou-se com a profunda dor de seu amigo. Quando Natanael quis entrar em seu apartamento, ficou estupefato! Mandou que entrassem e surge o rosto repugnante de Coppola. Va embora! Zoios lindos! Como e que pode ter olhos? Lunetas de nariz! Occhi beli! Apavorado, loucamente apavorado, Natanael grita: — Para, monstro!

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O Homem da Areia

Moogular I hoped it would be a tale through the young eyes of the character, but most of the story ee from his adult point of view. This is a Greek term introduced in psychoanalysis by Ernest Jones. The Sandman is composed by different narrators, allowing more than one point of view. In this article, we pursuit a critic presentation of the tale Sandmanby E.

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